terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Simulação de um debate entre especialistas para tratar de assuntos relativos à Segunda Guerra

Abaixo, confira o vídeo de alunos do nono ano da Escola Municipal Nadir Valente. A estratégia utilizada foi sugerir uma simulação de um debate entre especialistas sobre a temática trabalhada, a Segunda Guerra.

Cada especialista falou sobre um assunto: holocausto, a participação feminina na guerra, a participação do Brasil e a presença negra,

O vídeo é longo é tem alguns problemas de áudio, mas demonstra a essência da atividade e da estratégia didática. 

Antes do vídeo, confira alguns textos  e sites que serviram de base para os alunos prepararem as atividades: 






VEJA O VÍDEO DA SIMULAÇÃO DE DEBATE.


Equipe que realizou o trabalho

Livro que serviu de material de apoio para a atividade

 A teatralização ajuda a construir uma narrativa histórica, estimula os alunos e é um antídoto para um trabalho mecânico ao estilo decoreba. 


Primeira Guerra Mundial através de paródia criativa

Estimular os alunos a sistematizar o conhecimento através da elaboração de uma paródia é uma ótima estratégia.

Acompanhem o resultado abaixo em atividade desenvolvida por alunos do nono ano da Escola Municipal Nadir Valente.




Equipe que realizou o trabalho


Abaixo, a letra da paródia interpretada no vídeo e de outra paródia sobre a mesma temática. 




PARÓDIA: SERÁ- LEGIÃO URBANA

No início do século XX
Rolou um fato sem igual
Em um conflito entre países
Gerou a Guerra Mundial
Pela questão de armamentos e nacionalismos também
A Europa entrou em crise, a Belle Époque foi “pro” além

Alemanha... em atrito com a França
Rússia... queria os Balcãs
França/ Itália.... Queriam territórios
Áustria-Hungria... em luto quer vingança, ôh, ôh, ôh, ôh, ôh, ôh ,...ôh...

Não esquecendo a Inglaterra, com seu comércio imponente
Muitas indústrias e mercados, na Europa era diferente
No entanto a Alemanha com interesse ficou afoito
Então começou a matança de 14 a 18.

Foram 3 fases... em que a guerra se dividiu
A primeira... de movimentação
Segunda... sangrenta nas trincheiras
Terceira... intervenção americana, ôh, ôh, ôh, ôh, ôh, ôh, ôh...

Faz mal eu sei, conflitos não!
A guerra traz destruição, famílias e vidas cedo são tiradas
Só por erros banais...

Precisamos crescer!!!

PARÓDIA: PAÍS DO FUTEBOL-MC GUIMÊ

Chegou... a Grande Guerra na Europa
É... Primeira Guerra Mundial
Formou... com bombas, armas e aviões
Com balas e canhões, soldados em prisões (repete).

Vou te falar um pouquinho sobre a Idade Contemporânea
A Europa vivia sua glória, momento maior da civilização
Mas no meio de tanto “amor” existiam conflitos que deram início
A primeira e tão diferente, ousada chacina no mundo então.


Com vontade de se tornar grande, forte, capaz e muito influente
As potências da Europa quiseram colônias na África e na Ásia
Interesses iguais de crescer
Apressaram a repartição
Bem espertas Inglaterra e França
Tornaram-se donas de muito quinhão

Chegou... a Grande Guerra na Europa
É... Primeira Guerra Mundial
Formou... com bombas, armas e aviões
Com balas e canhões, soldados em prisões (repete).


Pan-eslavismo, pangermanismo e revanchismo francês
São exemplos de nacionalismos que “mostrou” ao mundo sua vez
Interesses e ganâncias causaram a Grande Guerra
Francisco Ferdinando, coitado, foi “pra” debaixo da terra
A Entente, a Aliança disseram: guerra, vamos lá!
Ver quem é o mais forte, e o peso da morte quem até o fim vai suportar?
Mas o fato é que a guerra matou inocentes sem dó nem perdão
Destruindo sonhos e famílias
Dizemos à guerra: NÃO!

Chegou... a Grande Guerra na Europa
É... Primeira Guerra Mundial
Formou... com bombas, armas e aviões
Com balas e canhões, soldados em prisões (repete).
FIM!

Segunda Guerra Mundial através da elaboração criativa de um rádio-jornal

Um pouco de história factual é sempre necessário. É preciso, contudo, não cair em uma ditadura do conteúdo histórico transformada em uma ânsia para abordar todos os capítulos do livro didático com o intuito de transformar o aluno em um enciclopédia.  

Pontuar alguns momentos marcantes da Segunda Guerra Mundial é imprescindível.

Confira abaixo a atividade sugerida a alunos do nono ano da Escola Municipal Nadir Valente.

Confira também o resultado da atividade.

Nesse link, as instruções da atividade:
http://pt.slideshare.net/aridu18/segunda-guerra-mundial-atravs-da-elaborao-criativa-de-um-rdiojornal

Abaixo, jornais extraído da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional. A leitura desses documentos é a base da atividade.




Abaixo, o resultado do trabalho. O envolvimento dos alunos foi notável.





Equipe que realizou o trabalho


sexta-feira, 17 de julho de 2015

TELEJORNAL SOBRE REVOLUÇÃO FRANCESA (PRODUÇÃO DE ALUNOS DE 7ª SÉRIE)

Socializamos uma produção feita em 2014 por alunos da 7ª Serie A, da Escola Municipal Nadir Valente (Cametá, Pará). 

É anacronismo produzir um jornal televisivo para um período em que apenas a imprensa escrita existia? Não tenha dúvida. 

Isso pode confundir a cabeça dos alunos? Pode, se o professor não intervir, pode confundir sim. 

Contudo, com a devida mediação do professor, explicando que trata-se de um anacronismo, é uma atividade capaz de envolver os alunos de forma fenomenal. Ademais, fazer um aluno entender o que é anacronismo também é um exercício de compreensão histórica.

Os alunos tiveram que pesquisar, ler, produzir um roteiro e interpretar. 


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

BOLSISTAS DO PIBID APRESENTAM TRABALHO NO IX ENCONTRO REGIONAL DE HISTÓRIA (UFPA - BELÉM)



Bolsistas do PIBID no Campus do Guamá (UFPA), Belém 



Abaixo, os resumos dos trabalhos apresentados. 


O USO DO CINEMA ÉPICO-FICCIONAL NO ENSINO DE HISTÓRIA: REFLEXÕES A PARTIR DO CONCEITO DE META-HISTÓRIA DE HAYDEN WHITE
Michele Freitas Melo e Issac Gonçalves Portilho.
Graduandos da Faculdade de História do Tocantins (UFPA – Campus Cametá) e Bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID).


Desde a década de 1970, Hayden White vem chamando a atenção para a possibilidade de enxergar o discurso histórico como algo eminentemente narrativo, pois ele se vale de uma representação coerente de eventos em tempo cronológico, sendo, portanto, a narrativa histórica retórica por essência. Sem adentrar na polêmica suscitada por White, que para alguns questionou o estatuto de ciência atribuído ao conhecimento histórico, esse trabalho pretende utilizar o conceito de Meta-história para se pensar o ensino de história. Entende-se, dessa forma, que a construção do conhecimento histórico em sala de aula, por conta das dificuldades e do breve tempo reservado a essa disciplina na carga horária semanal, acaba, na prática, se situando no limiar entre o discurso narrativo e o científico. Parte-se do pressuposto de que o primeiro passo é admitir essa tênue fronteira entre construção do conhecimento histórico em sala de aula e narrativa ficcional. Admitido esse pressuposto (e externando ele claramente aos alunos), pode-se, com mais segurança se valer de um recurso didático de extrema validade na atualidade: o cinema épico-ficcional. A Meta-história, portanto, oferece algumas reflexões teóricas de grande valia para o uso do cinema em sala de aula.

Palavras-chave: Meta-história, Cinema, Ensino de História.





ENSINO DE HISTÓRIA E OS PRÍNCÍPIOS DA “HORAÁ MUTEMET”: RELAÇÕES POSSÍVEIS
Karlena do Socorro Menezes Cunha, José Carlos Pereira Gaia, Edilene da Conceição Amaral Correa, Vera Lúcia de Cristo Lobato e Paulo Jhones Cardoso de Souza.
Graduandos da Faculdade de História do Tocantins (UFPA – Campus Cametá) e Bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID).


Na década de 1980, uma equipe de psicólogos norte-americanos desenvolveu o conceito de inteligências múltiplas. Segundo esse aparato conceitual, cada indivíduo detém habilidades específicas, não sendo uma pessoa, necessariamente, mais inteligente que outra, pois um indivíduo pode apresentar habilidades musicais, outro pode demonstrar facilidade no raciocínio matemático e um terceiro pode ter aptidão para localizar situações históricas no tempo e no espaço. Flertando com a ideia de que o ser humano possui múltiplas inteligências, desenvolveu-se, em Israel, nessa mesma época, uma concepção pedagógica denominada "Horaá Mutemet", que, em tradução livre, significa Ensino Para a Diversidade. Esse trabalho pretende apresentar reflexões em torno da tentativa de aplicar essa concepção pedagógica ao ensino de História. Mais especificamente, serão realizadas reflexões acerca da experiência de relacionar princípios da “Horaá Mutemet” ao ensino do iluminismo e da Revolução Francesa para uma turma de oitavo ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Nadir Valente, localizada em Cametá (PA).

Palavras-chave: Ensino de História, “Horaá Mutemet”, 



A EXPERIÊNCIA DISCENTE NO PIBID ENSINO MÉDIO

O presente trabalho tem como objetivo contar a experiência de um grupo de graduandos de História que estão estagiando como bolsistas na Escola Estadual de Ensino Médio Francisca Nogueira da Costa Ramos, no Município de Baião no Pará, através do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência (PIBID). O programa visa estabelecer a inserção de alunos de licenciatura no cotidiano escolar, bem como a valorização da prática pedagógica com o desenvolvimento de atividades em sala de aula que são acompanhadas por um professor do ensino superior e um professor da escola. A experiência é uma iniciativa de adaptar graduandos de licenciatura ao universo cotidiano escolar desde os seus primeiros anos de formação.



Palavras Chaves: Iniciação a Docência – Educação – Ensino de História

SOBRE A EQUIPE DESENVOLVEDORA DESSE BLOG

É claro que, nós, que desenvolvemos esse Blog, pisamos no chão da sala de aula.

Nós somos a equipe do PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência), programa esse financiado pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), que tem bolsistas da Faculdade de História da Amazônia Tocantina, sediada no Campus Universitário do Tocantins/Cametá, da Universidade Federal do Pará. 

Quem nos financia

Programa do qual fazemos parte


Para mais informações sobre o PIBID: http://www.capes.gov.br/educacao-basica/capespibid

Para mais informações sobre o Campus de Cametá da UFPA: http://www.campuscameta.ufpa.br/

Nosso projeto tem vigência de abril de 2014 a março de 2018.

Trabalhamos em cinco escolas, em três municípios diferentes (Cametá, Baião e Abaetetuba): 

Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Nadir Figueira Valente (Cametá/PA)
Escola Estadual de Ensino Médio Júlia Passarinho (Cametá/PA)
Escola Estatual de Ensino Médio Francisca Nogueira da Costa Ramos e (Baião/PA)
Escola Municipal de Ensino Fundamental Santo Antônio (Baião/PA)
Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Cristo Redentor (Abaetetuba/PA)







EQUIPE

Coordenadores
Ariel Feldman
José Dias do Espírito Santo Júnior
Rosemeire de Oliveira Souza

Professores Supervisores
Francisco Martins Vieira Nogueira
Raimunda do Socorro Pinto dos Santos
Fernando Felix Rodrigues da Silva
Silvia Regina Paixão Alves


Bolsistas
Karlena do Socorro Menezes Cunha,
José Carlos Pereira Gaia
Edilene da Conceição Amaral Correa
Vera Lúcia de Cristo Lobato
Paulo Jhones Cardoso de Souza
Michele Freitas Melo
Isalene dos Santos Valente
Issac Gonçalves Portilho
Jeremias Pureza Martins
Franklin de Freitas Veiga
Diana Silva Fiel
Samiris Ribeiro Sampaio
Mirlene Ribeiro Benmuyal
Monique Nogueira Rodrigues
Wanderson Brito Dos Santos
Jeferson Pimentel Gomes
Vitor Fonseca dos Santos
Adria da Silva Brito
Lucenilda dos Santos Passos
Lucas Waldhelm Lima
Fábio Lobato Ribeiro
Karollyny Maria da Costa
Rhana Beatriz Maia
Yasmin Fonseca Amaral
Jaine Souza Rodrigues
Wiviny Ribeiro Costa
Paulo Vitor Miranda Girard
Tamires Moraes Damasceno